sábado, 21 de fevereiro de 2009

Vinhos portugueses na Polónia


Verdade seja dita que poucas vezes vou ao Joaninha (Supermercados Biedronka) mas ontem abri uma excepção depois de ter comprado, num espaço de dias, duas garrafas de zurrapa Sul Africana e Argentina, digo... vinho tinto seco (wytrawne) de origem em países a que os polacos chamam de Nowy Świat, ou seja, Novo Mundo.

A desculpa de ter a minha mãe uma temporada na Polónia e também o facto de ter alguém para me acompanhar na degustação do tintol levou-me a fazer experiências com vinhos de outras paragens; diga-se de passagem que a variedade de vinhos disponíveis nas grandes superfícies polacas já me levaram a provar vinhos de países tão distantes como a Austrália, a Califórnia (muito bom), Chile, Argentina, Marrocos e - quem sabe- um dia destes a China!
Em Portugal, pelo que me recordo, temos nas grandes superfícies o nosso vinho omnipresente a par de alguns vinhos franceses e italianos.

Ontem decidi dar uma espreita no Biedronka e, qual o meu espanto, deparo-me com uma verdadeira montra de vinhos da nossa terrinha!
A acompanhar a variedade de garrafas portuguesas expostas nas prateleiras manhosas do Biedronka (desculpas ao Grupo Jerónimo Martins mas as vossas adegas no Biedronka são terríveis) estavam brochuras a cores, com o título Z portugalskich winnic e com mais de vinte páginas explicando em detalhe as nossas regiões vitivinícolas, os tipos de acompanhamento dos vinhos, especificações e apresentação de algumas das nossas empresas exportadoras de vinhos, seus respectivos proprietários e enólogos.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Maçonaria na Polónia - os inimigos milenares da Igreja Latina




Uma das obediências maçónicas polacas, a W.L.N.P.

Portugal é um país com uma longa tradição e história maçónica, os chamados pedreiros-livres estão envolvidos em inúmeros momentos históricos da nossa história quase milenar como por exemplo na Fundação de Portugal e até na Implantação da República, onde alegadamente estarão envolvidos na conspiração que levou ao assassinato do rei D. Carlos e do príncipe Filipe, em 1908, através de um braço armado da Maçonaria denominado de Carbonária.

Os Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, mais conhecidos como Templários, recordam a Sexta-Feira 13 (13 de outubro de 1307) como um dia trágico; foi o dia em que a Ordem seria chacinada e extinta a mando do rei francês, Filipe, o Belo.
Na realidade as dividas que o rei francês tinha para com os Templários - os banqueiros da época - levou-o a conspirar contra a Ordem junto com o então Papa, Clemente V que alegadamente tinha sido eleito Sumo Pontífice em parte pela influência do monarca; mortos os cobradores a divida estaria saldada.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009